Association between emotional intelligence and mental health of clinical tutors in health sciences. Artículos uri icon

Resumen

  • Objective: This study aimed to analyse the level of emotional intelligence—specifically in the dimensions of emotional attention, clarity, and repair—and its association with mental health among clinical educators in health-related university programs. Methods: A cross-sectional descriptive study was conducted using validated self-report instruments (TMMS-24 and GHQ-30) with clinical educators from health sciences programs. Participants' mental health and emotional intelligence levels were assessed and compared according to their work context (public vs. private). Results: The findings revealed high performance in the dimensions of emotional clarity (68.5%) and emotional repair (73.98%), and low performance in emotional attention (43.47%). Most participants (84.83%) showed high levels of emotional well-being, with better GHQ outcomes in the private sector (90%) compared to the public sector (81.39%). However, self-perceived mental health was higher in the public sector (76.67%) than in the private sector (58.14%), indicating a divergence between subjective perception and GHQ results. Statistically significant associations were found between GHQ scores and self-perceived mental health (r = .33; p < .01), and between GHQ scores and emotional repair (r = .26; p = .02). Conclusion: Emotional intelligence, particularly the ability to repair emotional states, appears to play a protective role in the mental health of clinical educators. The low scores in emotional attention underscore the need for institutional strategies to strengthen this competence. These findings highlight the importance of addressing both emotional and mental health aspects in educators who contribute to the clinical training of future health professionals. Objetivo: El estudio tuvo como objetivo analizar el nivel de inteligencia emocional—en sus dimensiones de atención, claridad y reparación emocional—y su asociación con la salud mental en docentes con rol clínico formativo en carreras universitarias del área de la salud. Métodos: Se realizó un estudio descriptivo de corte transversal, utilizando instrumentos validados de autorreporte (TMMS-24 y GHQ-30) en docentes clínicos de programas de ciencias de la salud. Se evaluaron y compararon los niveles de salud mental e inteligencia emocional según el contexto laboral (sector público o privado). Resultados: Los resultados mostraron un alto rendimiento en claridad emocional (68,5%) y reparación emocional (73,98%), y un bajo rendimiento en atención emocional (43,47%). La mayoría de los participantes (84,83%) presentó altos niveles de bienestar emocional, con mejores resultados en el sector privado (90%) frente al público (81,39%). Sin embargo, la autopercepción de salud mental fue superior en el sector público (76,67%) que en el privado (58,14%), lo que evidencia una divergencia entre percepción subjetiva y resultados del GHQ. Se encontraron asociaciones significativas entre los puntajes del GHQ y la autopercepción de salud mental (r = .33; p < .01 y entre el GHQ y la dimensión reparación emocional (r = .26; p = .02). Conclusión: La inteligencia emocional, especialmente la capacidad de reparación emocional, parece desempeñar un rol protector frente a alteraciones en la salud mental de los docentes clínicos. Los bajos niveles en atención emocional refuerzan la necesidad de estrategias institucionales que fortalezcan esta competencia. Estos hallazgos resaltan la importancia de abordar conjuntamente los aspectos emocionales y de salud mental en quienes forman a futuros profesionales de la salud. Objetivo: O estudo teve como objetivo analisar o nível de inteligência emocional — nas suas dimensões de atenção, clareza e reparação emocional — e a sua associação com a saúde mental em professores com função clínica formativa em cursos universitários da área da saúde.Métodos: Foi realizado um estudo descritivo transversal, utilizando instrumentos validados de autoavaliação (TMMS-24 e GHQ-30) em professores clínicos de programas de ciências da saúde. Os níveis de saúde mental e inteligência emocional foram avaliados e comparados de acordo com o contexto de trabalho (setor público ou privado).Resultados: Os resultados mostraram um alto desempenho em clareza emocional (68,5%) e reparação emocional (73,98%) e um baixo desempenho em atenção emocional (43,47%). A maioria dos participantes (84,83%) apresentou altos níveis de bem-estar emocional, com melhores resultados no setor privado (90%) em comparação com o público (81,39%). No entanto, a autopercepção de saúde mental foi superior no setor público (76,67%) do que no privado (58,14%), o que evidencia uma divergência entre a percepção subjetiva e os resultados do GHQ. Foram encontradas associações significativas entre as pontuações do GHQ e a autopercepção de saúde mental (r = 0,33; p < 0,01) e entre o GHQ e a dimensão reparação emocional (r = 0,26; p = 0,02).Conclusão: A inteligência emocional, especialmente a capacidade de reparação emocional, parece desempenhar um papel protetor contra alterações na saúde mental de os docentes clínicos. Os baixos níveis de atenção emocional reforçam a necessidade de estratégias institucionais que fortaleçam essa competência. Essas descobertas destacam a importância de abordar conjuntamente os aspectos emocionais e de saúde mental daqueles que formam os futuros profissionais de saúde.

fecha de publicación

  • 2025

Volumen

  • 6

Cuestión

  • 5